“O CUSTO DO PALADAR”
O custo do paladar... Acreditava que era um dos cinco (ou são seis?) sentidos que bem ou mal reconhecemos naturalmente. M.H. veio visitar-me, de Barbacena, era síndica onde moro, ativa, rápida, e muito ‘elogiadaaorevés”, não por deméritos convencionais, mas pela invejável habilidade autofinanceira .
E era vizinha, no mesmo andar, o contato era freqüente. Incluída nos “saidinhas” das sextas-feiras e de boa autoprosa, após prolongados mandatos, mudou-se para sua mansão mineira.
Hoje a convidei para almoçar, no Paloma*, um prato inigualável, “filé de peixe ao molho de camarão a moda da casa”, tudo em exagero, um prato pra três. O local é aconchegante, bom atendimento. “É aqui!”, disse-lhe frente ao Paloma.
“Quanto custa?”, perguntou-me. Não adiantei que o convite sendo meu seria no meu cartão...
“Cerca de 25, 30 reais!” respondi.
“Não gosto de peixe...!”
O paladar medido por cifrão...
*Anexo: restaurante paloma
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