quarta-feira, 13 de maio de 2009

CARTILHA DO ESPELHO

“O CUSTO DO PALADAR”

Os “misteriosos” não são os desconhecidos, ao contrário são os penetras mais constantes, e próximos no nosso dia a dia. O aprendizado é permanente, daí a presença de M.H. e a lição de hoje.

O custo do paladar... Acreditava que era um dos cinco (ou são seis?) sentidos que bem ou mal reconhecemos naturalmente. M.H. veio visitar-me, de Barbacena, era  síndica onde moro, ativa, rápida, e muito  ‘elogiadaaorevés”, não por deméritos convencionais, mas pela invejável habilidade autofinanceira .

E era vizinha, no mesmo andar, o contato era freqüente. Incluída nos “saidinhas” das sextas-feiras e de boa autoprosa,  após prolongados mandatos, mudou-se para sua mansão mineira.

Hoje a convidei para almoçar, no Paloma*, um prato inigualável, “filé de peixe ao molho de camarão a moda da casa”, tudo em exagero, um prato pra três. O local é aconchegante, bom atendimento.   “É aqui!”, disse-lhe frente ao Paloma.

“Quanto custa?”, perguntou-me. Não adiantei que o convite sendo meu seria no meu cartão...

“Cerca de 25, 30 reais!” respondi.

“Não gosto de peixe...!”

O paladar medido por cifrão...

*Anexo: restaurante paloma

 

 

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