
quinta-feira, 28 de maio de 2009
cartilhadoespelho.blogspot.com: ELE, O CARA...É BIN!
A NOVELA DO “PRÍNCIPE VERMELHO”
ELE, O CARA... É BIN!
Mudam-se as conveniências, os roteiros já não serão os mesmos. Ele, o cara, assume sua identidade: é “Bin”, pseudônimo “Bem”. O ato presente é o “mais novo”, pois há um anterior, o “novo”, haverá um “novíssimo”? O Mago do Tarô não costuma errar, disse... O “Novo” está registrado em “Carnaval em...”
23/05/09
“CARNAVAL EM ITACURUÇÁ”
“O Bin” parte um
Eu - E aí, cara?
O Cara - Companheiro, foi é (sic) muito legal. Legal mesmo.
Eu - Conta...
O Cara - Saí de “Bin Laden”, aquele, o malzão, entende? Máscara e tudo. Fui o próprio.
Eu - Claro, o malzão. E aí?
O Cara - Olha, enganei a galera, camarada. Pessoal me cumprimentava, apertava minha mão, até beijos ensaiados... Foi o máximo.
Eu - Pô, cara, legal. E aí?
O Cara - Aí, companheiro, o pessoal gostou mesmo, tu nem imaginas. Me senti o tal.
Eu - Sei, sei. (Ouvi o inaudível e sufocado “fui amado!”)
O Cara – Foi (sic) único, percebe? Enganei geral, cara.
Eu - Enganou, claro. Sucesso, hein?
O Cara - Foi demais. Galera vibrou. Marquei presença.
Eu - Chocante, cara. (Ouvi novamente o inaudível e espremido “eu amei!”)
O Cara – Nem os travestis fizeram tanto auê. Entende? Mostravam seus atributos não herdados, entende? Cara, tu não imaginas...
Eu – Imagino, abafou geral, cara...( Pensei comigo, se havia diferença entre o cara e os travestis. Não importa. É apenas um relato avulso do cotidiano).
igorvonkorsch/rio/ 27.04.2008
“A MÁSCARA DO PRÍNCIPE VERMELHO"
ou "O BIN” parte dois
Cada vez são mais freqüentes e ‘modernosos’ os relacionamentos alavancados pela conveniência que os torna frágeis “investimentos” desorientados e ‘irrentáveis’. Invariavelmente de presença e cumplicidade fugidia e inexpressiva. Superficial e inconstante. O enfoque na conveniência e a exigida rapidez no “retorno” tornam-se razão maior e tem seu epitáfio gravado: “Tens o que preciso!”
O “ter” já é risco assumido, um alicerce temerário e insustentável na projeção da vida. Na “origem” entende-se que toda troca de sentimento sustenta-se na conjugação do “ser”. No “ter” fica-se, não se semeia, colhe-se o passageiro, o disponível!
É como um bom (?) vinho sobre a mesa: permanece ali exibindo seu rico rótulo e seu elogiado sabor, enquanto ainda contém seu conteúdo. Vazio, não obstante a mesma etiqueta reluzente, é abandonado.
O conteúdo do Ser vivo é a Vida, e nestas relações “ginga”* suga-se a Vida, definham-se mutuamente na anemia e desestruturação dos sonhos...
*Alusão ao refrigerante veiculado pela mídia “ ginga, abre, beba, chupe como mamadeira...”
25/05/09/a
ELE, O CARA... É BIN!
Mudam-se as conveniências, os roteiros já não serão os mesmos. Ele, o cara, assume sua identidade: é “Bin”, pseudônimo “Bem”. O ato presente é o “mais novo”, pois há um anterior, o “novo”, haverá um “novíssimo”? O Mago do Tarô não costuma errar, disse... O “Novo” está registrado em “Carnaval em...”
23/05/09
“CARNAVAL EM ITACURUÇÁ”
“O Bin” parte um
Eu - E aí, cara?
O Cara - Companheiro, foi é (sic) muito legal. Legal mesmo.
Eu - Conta...
O Cara - Saí de “Bin Laden”, aquele, o malzão, entende? Máscara e tudo. Fui o próprio.
Eu - Claro, o malzão. E aí?
O Cara - Olha, enganei a galera, camarada. Pessoal me cumprimentava, apertava minha mão, até beijos ensaiados... Foi o máximo.
Eu - Pô, cara, legal. E aí?
O Cara - Aí, companheiro, o pessoal gostou mesmo, tu nem imaginas. Me senti o tal.
Eu - Sei, sei. (Ouvi o inaudível e sufocado “fui amado!”)
O Cara – Foi (sic) único, percebe? Enganei geral, cara.
Eu - Enganou, claro. Sucesso, hein?
O Cara - Foi demais. Galera vibrou. Marquei presença.
Eu - Chocante, cara. (Ouvi novamente o inaudível e espremido “eu amei!”)
O Cara – Nem os travestis fizeram tanto auê. Entende? Mostravam seus atributos não herdados, entende? Cara, tu não imaginas...
Eu – Imagino, abafou geral, cara...( Pensei comigo, se havia diferença entre o cara e os travestis. Não importa. É apenas um relato avulso do cotidiano).
igorvonkorsch/rio/ 27.04.2008
“A MÁSCARA DO PRÍNCIPE VERMELHO"
ou "O BIN” parte dois
Cada vez são mais freqüentes e ‘modernosos’ os relacionamentos alavancados pela conveniência que os torna frágeis “investimentos” desorientados e ‘irrentáveis’. Invariavelmente de presença e cumplicidade fugidia e inexpressiva. Superficial e inconstante. O enfoque na conveniência e a exigida rapidez no “retorno” tornam-se razão maior e tem seu epitáfio gravado: “Tens o que preciso!”
O “ter” já é risco assumido, um alicerce temerário e insustentável na projeção da vida. Na “origem” entende-se que toda troca de sentimento sustenta-se na conjugação do “ser”. No “ter” fica-se, não se semeia, colhe-se o passageiro, o disponível!
É como um bom (?) vinho sobre a mesa: permanece ali exibindo seu rico rótulo e seu elogiado sabor, enquanto ainda contém seu conteúdo. Vazio, não obstante a mesma etiqueta reluzente, é abandonado.
O conteúdo do Ser vivo é a Vida, e nestas relações “ginga”* suga-se a Vida, definham-se mutuamente na anemia e desestruturação dos sonhos...
*Alusão ao refrigerante veiculado pela mídia “ ginga, abre, beba, chupe como mamadeira...”
25/05/09/a
segunda-feira, 18 de maio de 2009
nada melhor que o espelho...
acesse o excelente texto da criativa jornalista (e amiga) flávia werlang em: "http://decasaemcaso.blogspot.com/2009/05/um-lugar-para-se-viver-em-john.html"
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