“A VALIDADE DO ERROS ALHEIOS...”
Namna presente
O espelho anda tão embaçado, que me vejo melhor na janela vizinha. A voz interior não foi a referencia na minha formação. Havia pela frente o dedo pretenso e papal (infalível) indicador. Não é nenhuma alusão ao messias prometido nas cartilhas. O “escolhido” é o grande mistério. Não são os brilhantes os que nos alertam e nos quais nos espelhamos, são os misteriosos personagens que edificam a nossa viagem. E costumam se achegar nas amizades reticentes... assim, penetras, como o príncipe vermelho.
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