“ELE, O CARA”
O PRÍNCIPE VERMELHO*
Seus desejos explodiam em permanente exposição e insistentemente expressos, como direitos incontestáveis, enquanto os dela, sua companheira (companheira?) não mais que exóticos ou banais caprichos.
Ele sabia, o cara era um sobreviventes dos enciclopedistas, dono de acervo invejável de verbetes inconclusivos e insuficientes. Ela era a inocente e devia não mais que ouvir. Questionar? Uma afronta! E devido carência de respostas o “misterioso” - menos em tudo que divulgava e sabia - agitava-se e além da postura e cor, o verbal tornava-o sem argumentos. Grande lição. O “misterioso”, um grande mestre.
*Anexo: “ele, o cara”
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